domingo, 13 de fevereiro de 2011

Comemoração do Dia Mundial do Doente em Seia


Um dia de emoção, uma experiência significativa na aprendizagem dos alunos, um marco de grande significado na vida dos doentes, um forte apelo à humanização de cuidados e um novo folego nos apelos do mundo do voluntariado.
Um muito Obrigado à capelania do Hospital e à Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa Da Misericórdia de Seia.
Os alunos de EMRC da Secundária de Seia levaram a efeito mais uma actividade de grande relevância educativa e formativa.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Comemoração do Dia Mundial do Doente

No dia 11 de Fevereiro de 2011, dando cumprimento ao Plano Anual de Actividades de EMRC, o 11ºC em Parceria com a capelania do Hospital e com a Santa Casa da Misericórdia de Seia, irá dinamizar uma visita ao Hospital Nossa Senhora da Assunção – Seia e à Unidade de Cuidados Continuados – Folgosa, com o objectivo de contactar com os doentes, relançando o espírito de voluntariado e de solidariedade humana.
Esta visita será antecedida de dois momentos de formação, um com o capelão do hospital e outra com o serviço de enfermagem da mesma unidade e com o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Seia.

"A melhor saúde é não sentirmos a nossa saúde." (Jules Renard)

"Em geral, nove décimos da nossa felicidade baseiam-se exclusivamente na saúde. Com ela, tudo se transforma em fonte de prazer."
(Arthur Schopenhauer)

"A saúde é o resultado não só de nossos actos como também de nossos pensamentos." (Mahatma Gandhi)






quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A minha página de diário de 18/01/2011






Pensamos que a vida é cruel, nada é justo, nada faz sentido. Arranjamos sempre problemas mesmo quando não os temos, complicamos aquilo que é fácil, sofremos quando deveríamos ser as pessoas mais felizes do mundo. Aborrecemo-nos com aquilo que temos e desejamos sempre mais e mais. Somos por vezes um ser complicado, incapaz de viver feliz, aproveitar a vida e quando nos deparamos com certas situações é que muitas vezes percebemos que somos injustos.

Deveríamos estar todos gratos e felizes por termos uma família que nos apoia, que nos ajuda, que nos faz sorrir e nos constrói numa melhor pessoa, que quando caímos nos dá sempre uma mão para nos levantarmos e nos encoraja a seguir em frente. Foi preciso visitar crianças órfãs, que vivem em grupos com uma “mãe” para eu perceber a tristeza que deve ser saber que os nossos verdadeiros pais morreram, ou não nos quiseram, ou não puderam ficar connosco por variadíssimas razões. Saber que para estas crianças, futuramente, terão que aprender a viver de forma bem mais responsável, que não poderão brincar com a vida, pois não vão poder contar com a ajuda de uma família, apenas consigo próprios. Não me imaginava chegar da escola e não ter um pai e uma mãe para contar todas aquelas coisas insignificantes que consideramos problemas, mas que não o são, apenas formas de complicarmos o que é simples. Sei que estas crianças vivem com uma senhora que consideram como mãe, mas penso que é totalmente diferente de ter uma verdadeira família, pois têm que a partilhar com mais crianças e sabem que mais tarde não irão poder ficar com ela.

Estas crianças vivem numa pequena casa, partilham o quarto, os brinquedos, tiveram que aprender a partilhar tudo. Não podem viver de forma extravagante, como muitas vezes nós o fazemos, por meros caprichos. Estas crianças sabem dar mais valor áquilo que têm do que nós, estamos habituados a ter aquilo que queremos e quando não o conseguimos, fazemos birras, magoamos os outros com palavras e atitudes.

Fico feliz por haver estas casas de acolhimento, não me importaria de ser também uma “mãe” de uma casa e partilhar a minha vida com estas crianças. Apesar de tudo, são uma família como qualquer outra, unida e com objectivos de crescer feliz e criar um futuro estável.

Outro aspecto negativo que temos e que deveríamos valorizar é a saúde, ter saúde é o caminho para tudo, a chave para todas as portas. Deveríamos preservá-la e agradecer por sermos saudáveis. Estar doente, é sofrer, é perder todas as forças que tínhamos, é deixar a verdadeira vida que todos deveriam viver.

Custou-me bastante ver todas aquelas crianças, jovens e idosos, doentes, uns a um nível mais psicológico e outros a um nível mais físico. Surpreendeu-me a forma como alguns sorriam, dançavam, cantavam e comunicavam. Penso que alguns conseguem ser mais felizes que alguns de nós, pois eles apesar de tudo conseguem encontrar um objectivo para a vida e vivê-la de verdade mesmo com complicações.

Admito que tenho bastante medo de um dia poder ficar com alguma doença, de ficar longe dos meus amigos e família, internada em algum sítio, onde todos têm algum sofrimento, acho que não iria aguentar, mas prefiro não pensar assim.

O mais importante é ter esperança, acreditar que temos tudo para sermos felizes, ajudarmos os outros e nunca perdermos a coragem e todos os sonhos que vamos alimentando ao longo da nossa vida.

(Inês dos Santos Fonseca nº 14, 10ºA)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Entrega de dois mil e cem Euros de donativos da Campanha de Solidariedade 2010/11



Sem dúvida que poder dar o nosso amor e carinho, ou pelo menos o nosso sorriso a estas pessoas, nem que seja por um dia, é uma experiencia fantástica que nos preenche e nos faz sentir bem. Sentir que de certa forma gestos simples e pequenos fazem a diferença para tão delicadas e inocentes pessoas faz-nos acreditar que realmente temos algo a cumprir durante a nossa vida.


Por outro lado contenta-nos o facto de saber que instituições como a CERCIG estão numa luta a favor da integração e melhoria da qualidade de vida de pessoas com diversas deficiências, umas mais graves e incapacitantes que outras. Adorámos o ambiente que lá se fez sentir, que realmente só é possível através da entrega que se nota que existe dos seus docentes, da alegria e do esforço mútuo. É um ambiente de amor e compreensão, que contagia quem por lá passa.

Sem dúvida que é uma lição observarmos a paixão com que os docentes trabalham e o carinho que recebem em troca. A paciência, a tolerância e a compreensão que aplicam a cada hora em que se esforçam para que exista evolução por parte dos seus utentes.

É maravilhoso observar também a felicidade com que estes doentes participam em todas as actividades que lhe são propostas e que várias delas nos foram mostradas. A sua entrega faz-nos perceber que devemos apreciar e trabalhar os dons que temos.

Através do contacto com estes doentes aprendemos que nos devemos aceitar tal e qual como somos, a nós e a todos os que nos rodeiam, porque não há ninguém igual. Todos somos diferentes, embora existam pontos e sentimentos em que todos somos semelhantes.

Com certeza, que todos nós gostaríamos de passar mais tempo na CERCIG, pelo facto de nos cativar e surpreender a partilha que aí existe, mas também por termos essa mesma oportunidade de conhecer e contactar com modos de viver e estar diferentes do habitual.

São estas experiencias e oportunidades que de alguma forma mudam a nossa vida, ou pelo menos a forma como olhamos para ela. Através destas temos possibilidade de parar, pensar e reflectir a forma como instituições como a CERCIG são capazes de ajudar os seus utentes e melhorar a sua vida em geral.

É encantador compreender a riqueza destes doentes, entender que têm imenso para nos dar e mostrar. Estas situações e esta partilha mutua de amor ajuda-nos no nosso crescimento, na forma como encaramos as dificuldades na nossa vida.

Através desta visita percebemos ainda que é na felicidade dos outros que devemos procurar a nossa, o que não é difícil de fazer, já que pequenos gestos como um sorriso, um abraço, ou apenas um olhar, fazem toda a diferença.

Para os cem alunos de Educação Moral e Religiosa Católica e para os seis professores acompanhantes, este dia 18 de Janeiro de 2011, dificilmente passará da memória pelas experiências e vivências significativas e enriquecedoras que todos vivemos.

m dúvida que poder dar o nosso amor e carinho, ou pelo menos o nosso sorriso a estas pessoas, nem que seja por um dia, é uma experiencia fantástica que nos preenche e nos faz sentir bem. Sentir que de certa forma gestos simples e pequenos fazem a diferença para tão delicadas e inocentes pessoas faz-nos acreditar que realmente temos algo a cumprir durante a nossa vida.
Por outro lado contenta-nos o facto de saber que instituições como a CERCIG estão numa luta a favor da integração e melhoria da qualidade de vida de pessoas com diversas deficiências, umas mais graves e incapacitantes que outras. Adorámos o ambiente que lá se fez sentir, que realmente só é possível através da entrega que se nota que existe dos seus docentes, da alegria e do esforço mútuo. É um ambiente de amor e compreensão, que contagia quem por lá passa.
Sem dúvida que é uma lição observarmos a paixão com que os docentes trabalham e o carinho que recebem em troca. A paciência, a tolerância e a compreensão que aplicam a cada hora em que se esforçam para que exista evolução por parte dos seus utentes.
É maravilhoso observar também a felicidade com que estes doentes participam em todas as actividades que lhe são propostas e que várias delas nos foram mostradas. A sua entrega faz-nos perceber que devemos apreciar e trabalhar os dons que temos.
Através do contacto com estes doentes aprendemos que nos devemos aceitar tal e qual como somos, a nós e a todos os que nos rodeiam, porque não há ninguém igual. Todos somos diferentes, embora existam pontos e sentimentos em que todos somos semelhantes.
Com certeza, que todos nós gostaríamos de passar mais tempo na CERCIG, pelo facto de nos cativar e surpreender a partilha que aí existe, mas também por termos essa mesma oportunidade de conhecer e contactar com modos de viver e estar diferentes do habitual.
São estas experiencias e oportunidades que de alguma forma mudam a nossa vida, ou pelo menos a forma como olhamos para ela. Através destas temos possibilidade de parar, pensar e reflectir a forma como instituições como a CERCIG são capazes de ajudar os seus utentes e melhorar a sua vida em geral.
É encantador compreender a riqueza destes doentes, entender que têm imenso para nos dar e mostrar. Estas situações e esta partilha mutua de amor ajuda-nos no nosso crescimento, na forma como encaramos as dificuldades na nossa vida.
Através desta visita percebemos ainda que é na felicidade dos outros que devemos procurar a nossa, o que não é difícil de fazer, já que pequenos gestos como um sorriso, um abraço, ou apenas um olhar, fazem toda a diferença.
Para os cem alunos de Educação Moral e Religiosa Católica e para os seis professores acompanhantes, este dia 18 de Janeiro de 2011, dificilmente passará da memória pelas experiências e vivências significativas e enriquecedoras que todos vivemos.

Sem dúvida que poder dar o nosso amor e carinho, ou pelo menos o nosso sorriso a estas pessoas, nem que seja por um dia, é uma experiencia fantástica que nos preenche e nos faz sentir bem. Sentir que de certa forma gestos simples e pequenos fazem a diferença para tão delicadas e inocentes pessoas faz-nos acreditar que realmente temos algo a cumprir durante a nossa vida.


Por outro lado contenta-nos o facto de saber que instituições como a CERCIG estão numa luta a favor da integração e melhoria da qualidade de vida de pessoas com diversas deficiências, umas mais graves e incapacitantes que outras. Adorámos o ambiente que lá se fez sentir, que realmente só é possível através da entrega que se nota que existe dos seus docentes, da alegria e do esforço mútuo. É um ambiente de amor e compreensão, que contagia quem por lá passa.

Sem dúvida que é uma lição observarmos a paixão com que os docentes trabalham e o carinho que recebem em troca. A paciência, a tolerância e a compreensão que aplicam a cada hora em que se esforçam para que exista evolução por parte dos seus utentes.

É maravilhoso observar também a felicidade com que estes doentes participam em todas as actividades que lhe são propostas e que várias delas nos foram mostradas. A sua entrega faz-nos perceber que devemos apreciar e trabalhar os dons que temos.

Através do contacto com estes doentes aprendemos que nos devemos aceitar tal e qual como somos, a nós e a todos os que nos rodeiam, porque não há ninguém igual. Todos somos diferentes, embora existam pontos e sentimentos em que todos somos semelhantes.

Com certeza, que todos nós gostaríamos de passar mais tempo na CERCIG, pelo facto de nos cativar e surpreender a partilha que aí existe, mas também por termos essa mesma oportunidade de conhecer e contactar com modos de viver e estar diferentes do habitual.

São estas experiencias e oportunidades que de alguma forma mudam a nossa vida, ou pelo menos a forma como olhamos para ela. Através destas temos possibilidade de parar, pensar e reflectir a forma como instituições como a CERCIG são capazes de ajudar os seus utentes e melhorar a sua vida em geral.

É encantador compreender a riqueza destes doentes, entender que têm imenso para nos dar e mostrar. Estas situações e esta partilha mutua de amor ajuda-nos no nosso crescimento, na forma como encaramos as dificuldades na nossa vida.

Através desta visita percebemos ainda que é na felicidade dos outros que devemos procurar a nossa, o que não é difícil de fazer, já que pequenos gestos como um sorriso, um abraço, ou apenas um olhar, fazem toda a diferença.

Para os cem alunos de Educação Moral e Religiosa Católica e para os seis professores acompanhantes, este dia 18 de Janeiro de 2011, dificilmente passará da memória pelas experiências e vivências significativas e enriquecedoras que todos vivemos.

Sem dúvida que poder dar o nosso amor e carinho, ou pelo menos o nosso sorriso a estas pessoas, nem que seja por um dia, é uma experiencia fantástica que nos preenche e nos faz sentir bem. Sentir que de certa forma gestos simples e pequenos fazem a diferença para tão delicadas e inocentes pessoas faz-nos acreditar que realmente temos algo a cumprir durante a nossa vida.
Por outro lado contenta-nos o facto de saber que instituições como a CERCIG estão numa luta a favor da integração e melhoria da qualidade de vida de pessoas com diversas deficiências, umas mais graves e incapacitantes que outras. Adorámos o ambiente que lá se fez sentir, que realmente só é possível através da entrega que se nota que existe dos seus docentes, da alegria e do esforço mútuo. É um ambiente de amor e compreensão, que contagia quem por lá passa.
Sem dúvida que é uma lição observarmos a paixão com que os docentes trabalham e o carinho que recebem em troca. A paciência, a tolerância e a compreensão que aplicam a cada hora em que se esforçam para que exista evolução por parte dos seus utentes.
É maravilhoso observar também a felicidade com que estes doentes participam em todas as actividades que lhe são propostas e que várias delas nos foram mostradas. A sua entrega faz-nos perceber que devemos apreciar e trabalhar os dons que temos.
Através do contacto com estes doentes aprendemos que nos devemos aceitar tal e qual como somos, a nós e a todos os que nos rodeiam, porque não há ninguém igual. Todos somos diferentes, embora existam pontos e sentimentos em que todos somos semelhantes.
Com certeza, que todos nós gostaríamos de passar mais tempo na CERCIG, pelo facto de nos cativar e surpreender a partilha que aí existe, mas também por termos essa mesma oportunidade de conhecer e contactar com modos de viver e estar diferentes do habitual.
São estas experiencias e oportunidades que de alguma forma mudam a nossa vida, ou pelo menos a forma como olhamos para ela. Através destas temos possibilidade de parar, pensar e reflectir a forma como instituições como a CERCIG são capazes de ajudar os seus utentes e melhorar a sua vida em geral.
É encantador compreender a riqueza destes doentes, entender que têm imenso para nos dar e mostrar. Estas situações e esta partilha mutua de amor ajuda-nos no nosso crescimento, na forma como encaramos as dificuldades na nossa vida.
Através desta visita percebemos ainda que é na felicidade dos outros que devemos procurar a nossa, o que não é difícil de fazer, já que pequenos gestos como um sorriso, um abraço, ou apenas um olhar, fazem toda a diferença.
Para os cem alunos de Educação Moral e Religiosa Católica e para os seis professores acompanhantes, este dia 18 de Janeiro de 2011, dificilmente passará da memória pelas experiências e vivências significativas e enriquecedoras que todos vivemos.
Joana Melo - 10ºA

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Preciso de ti...



"Preciso de ti, para me anunciares ao mundo. Mas não te esqueças de que, mais alto do que as palavras, fala o testemunho.
Dá testemunho desta Vida Nova que estou a fazer germinar em ti, e verás que as palavras sobrarão.
Os teus irmãos dar-se-ão conta de que és especialmente feliz e tens um jeito diferente de ser, de viver e estar com todos.
Então se perguntarem qual é o teu segredo fala-lhes de mim.
Sei que não te vais envergonhar de mim. Porque conheço o lugar que tenho na tua vida: não és capaz de viver sem mim. Ora bem, também eu preciso de ti.
Preciso de Apóstolos que, em meu nome, anunciem o sentido de plenitude que a vida ganha, quando os corações se abrem à minha presença recreadora.
Preciso de discípulos que, em meu nome, testemunhem a alegria da Fé, da Esperança e do Amor.
Preciso de ti…

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Montra de simbolos a oferecer aos nossos amigos das instituições


É com carinho e muita alegria que partilhamos com a comunidade a nossa montra de simbolos da campanha de solidariedade 2010/11 que culminará a 18 de Janeiro com a entrega de donativos diversos: Roupa,
brinquedos,alimentos, dinheiro...miminhos.
Um grande agradecimento a toda a comunidade do concelho de seia que nos tem apoiado, abrindo a porta do coração em favor das instituições desta causa.
Parabéns a todos os alunos matriculados pela iniciativa, dinâmica e profundo envolvimento por tão nobre causa.
Quem ajuda o pobre, empresta a Deus.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O "Menino" da Solidariedade

Por inicitiva da EMRC da Secundária de Seia e pela criatividade da aluna Magda Saraiva, está disponivel o "Menino" da Solidariedade para ser motor no grande movimento de recolha de fundos para a Campanha de Solidariedade 2010/11 a favor da CERCIG, Aldeias SOS e Casa de Saúde Bento Menni - Guarda que iremos contatar a 18 de Janeiro de 2011.
Cem alunos e seis professores deste estabelecimento de ensino irão dar visibilidade a este projeto de grande envolvimento e dinâmica de toda a comunidade escolar.


domingo, 2 de janeiro de 2011

Bom ano de 2011....Com Dificuldades exige-se ainda maior determinação


Todos sabemos que este 2011 é portador de multiplas e exigentes dificuldades. Importa que tenhamos redobrada determinação rumo aos nossos objectivos.
Só perde quem desiste....Acredita em ti e no teu valor.
Neste agrupamento e nesta disciplina temos um valioso plano de acção que agora queremos levar a efeito. Vamos começar dia 18 de Janeiro numa visita de estudo a 3 Intituições de Solidariedade Social à Guarda para fazermos a entrega dos donativos da campanha de solidariedade 2010.
Acredita e adere....É por ti e para ti que esta disciplina está no Agrupamento.
És insubstituivel neste projecto...Vem connosco nesta aventura rumo a um 2011 carregado de esperança e novas realizações.

BOAS FESTAS

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Campanha de solidariedade a favor de 3 instituições da Guarda

A disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica tem como tarefa primordial a educação para os valores humanos e cristãos, procura ajudar os alunos a nortearem as suas vidas por valores que dignifiquem a pessoa humana e a sociedade, indica aos jovens a orientação por valores e ajuda-os a hierarquizá-los nas suas vidas. Dizia o papa João Paulo II: “ A formação integral da pessoa é a que visa o homem completo”, esta é a nossa meta.

É neste espírito que apresentámos o nosso plano de actividades 2010/2011, plano voltado para a motivação dos alunos matriculados e para o autêntico lema da disciplina nesta escola: “cultura, fé, convívio, solidariedade”.

Deste plano destacamos, entre outras, a dinamização do blogue da disciplina (http://emrcseia.blogspot.com), o contacto - convívio com os alunos matriculados do Secundário de todo o pais em Lisboa, Visita de estudo a Santiago de Compostela – Espanha, Visita de estudo a Toledo – Espanha, Apadrinhamento de crianças, Apoio a acções da UNICEF, encontro de alunos matriculados a nível diocesano, na Guarda, e a Campanha de Solidariedade - 2010, cujos donativos, vindos dos alunos e da comunidade escolar, reverterão na totalidade para as Aldeias SOS (crianças abandonadas e/ ou maltratadas), para a Casa de Saúde Bento Menni (idosos dependentes e deficientes) e a Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados (CERCIG) - Guarda , que teremos o prazer de conhecer/contactar numa visita de estudo a realizar no início do 2º período. Referir a título informativo que o objectivo das Aldeias SOS é preparar os jovens para a autonomia, apoiá-los na sua saída da Aldeia de crianças e sua reinserção social. Recai nesta instituição a grande responsabilidade de fazer render a 100% as capacidades destas crianças, de modo a conseguirem que as crianças que acolhem, tão traumatizadas pelo seu passado doloroso, se transformem em adultos plenamente conscientes da sua dignidade de seres humanos com direito ao respeito e consideração de uma sociedade que na sua infância os havia rotulado de “meninos da rua”.

Estas Aldeias foram criadas em 1949 pelo Dr. Hermann Gmeiner para dar uma resposta à situação angustiante das crianças privadas do ambiente familiar, órfãs e/ou abandonadas, que vivem pelas ruas, sem abrigo, maltratadas, sem ninguém que se preocupe com elas.

Naquela época, a situação que desencadeou no seu coração aquele sonho tão belo, foram as crianças órfãs da guerra do seu país, a Áustria. É um sonho que nasce na alma de um jovem católico, capaz de o tornar realidade com o seu esforço, trabalho e sacrifício.

Hoje as Aldeias S.O.S, existem em mais de 120 países e em Portugal nasceram a 25/03/64 em três centros: Bicesse-Estoril; Gulpilhares-Gaia e Guarda.

Por tudo isto, sentimos que a passagem do Dr. Gmeiner pela terra não foi em vão, deixou marcas de beleza, bondade e amor. Ele entendeu e fez entender que o amor é mais importante que a perfeição e o amor significa fazer o bem. A sua mensagem de que cada “criança é um filho de todos nós” significa que cada criança que aparece no nosso caminho tem direito ao nosso respeito e a receber a nossa ajuda.
Que ninguém deixe de se fazer presente num donativo que embora simbólico revela grande apreço por quem mais precisa e a quem não podemos nem devemos voltar as costas.
Num mundo em crise, a solidariedade continuará de boa saúde....Depende de mim, de ti ...De nós.



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A missão Etiópia

 Na semana de 2 a 5 de Novembro de 2010 e para nos sensibilizar para  2011 - Ano Europeu do Voluntariado, esteve na Escola Secundária de Seia, o Missionário da Consolata, Jorge Amaro, contactando com todos os alunos matriculados em EMRC do 10ºano.

Em 90’, através de duas dezenas de slides ilustrados com fotos feitas por ele na missão da Etiópia, levou-nos a aprendizagens e vivências que a todos encantou e nos deixou seduzidos para futuros desafios.

Deixo algumas ideias que orientaram as suas sessões:
“A razão da missão é dizer quem é o homem e quem é Deus.

Para explicar a beleza da cor etíope conta-se que Deus terá colocado um boneco em barro no forno, deixou estar tempo excessivo e obteve os negros, colocou um segundo boneco e para evitar o sucedido com o primeiro, tirou-o em pouco tempo e obteve os brancos, tentou um terceiro boneco que deixou estar o devido tempo e obteve o moreno dos etíopes.

África é o continente mais pobre do planeta, muito extenso e pouco povoado. Morre-se aqui com as doenças da pobreza e nós morremos com as doenças da riqueza.

Se os 6 biliões de seres humanos vivessem/consumissem como os países mais desenvolvidos, esgotaríamos os recursos em 3 meses, ou então precisaríamos 10 planetas.

O missionário deve ter: espírito de aventura, gostar de línguas, ter coragem e amar.

Neste continente a maturidade acontece cedo, todos são adultos, pois, cedo percebem a vida e convivem com as suas dificuldades. Aqui não se sofre de depressões. Todos colaboram para a sobrevivência da família. Cooperação é diferente de trabalho infantil.

Quem nunca trabalhou ao entrar no mercado de trabalho não tem vontade de trabalhar.

Aqui sabe-se que viver ocupado é diferente de viver preocupado.

O homem bíblico orienta-se pelo passado e caminha de costas para o futuro, tal a confiança em Deus, seu futuro.

Por aqui a pobreza é sistémica e deve ser combatida em várias frentes e ao mesmo tempo.

O progresso é o único anti-conceptivo que funciona em África como funcionou na Europa.

Dá Deus nozes a quem não tem dentes e dentes a quem não tem nozes

Na vida é preciso arriscar. Vida sem risco é aborrecida.”

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O filme de sensibilização aos Objectivos do Milénio

Para ver...Pensar...Sem nunca deixar de agir.
Convido-vos a pensar e não tanto a fazer milagres.
Quando pensais já está a decorrer o milagre de ver as coisas com outros olhos. 

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Imagens impressionantes do grande evento: Levanta-te e Actua contra a fome e a pobreza na Sec. Seia

Parabéns aos 383 participantes por acreditarem que ser dificil não significa ser impossivel.
Não pretendemos apenasum milagre...Acreditamos que temos um pensamento sobre as coisas que acabará por mudar o planeta e trazer novas oportunidades aos seus habitantes.